Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tem novo presidente. É o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, sucessor do desembargador Luiz Zveiter na administração do Judiciário estadual no biênio 2011/2012. Ele tomou posse nesta sexta-feira, dia 4, defendendo a união entre os poderes da República para combater o crime, a corrupção e a injustiça.

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

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A sessão solene de posse foi realizada no plenário do TJ do Rio e contou com a presença do ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), do governador Sergio Cabral, do vice-governador Luiz Fernando Pezão.

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Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi.Os últimos escândalos que envolvem Berlusconi são os alvos da insurreição das mulheres na Itália

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domingo, 26 de setembro de 2010

Impedido de disputar terceiro mandato, Lula pode ganhar Oscar


Baseado em livro homônimo da jornalista Denise Paraná, que co-assina o roteiro com Fernando Bonassi e Daniel Tendler, “Lula – O Filho do Brasil” percorre a trajetória do presidente desde a infância, saindo de Caetés (PE) em pau-de-arara em 1952, com a mãe, dona Lindu (Glória Pires), e irmãos, rumo a Santos (SP).
Em São Bernardo do Campo, Lula (na fase adulta, interpretado pelo estreante em cinema Rui Ricardo Diaz) tornou-se operário e sindicalista, antes de entrar para a política.
O foco da história está no indivíduo Lula. O filme procura uma abordagem emotiva, que coloca em primeiro plano suas relações familiares com três mulheres –além da figura forte da mãe, sua primeira mulher, Lourdes (Cléo Pires), que morreu grávida de oito meses, e a segunda, Marisa Letícia (Juliana Baroni).
O diretor Fábio Barreto sofreu um sério acidente de carro no Rio de Janeiro em dezembro e não participou do lançamento do filme, em 1o de janeiro. Ele recebeu alta em março e está em coma, em casa, disse a irmã dele, Paula Barreto, produtora de “Lula, o Filho do Brasil”.
“Fiquei muito feliz, choramos muito. O filme merecia, era o mais apropriado para o Oscar”, afirmou ela à Reuters, acrescentando que viajou bastante para divulgar a obra. “Nos Estados Unidos ele foi aclamado, me disseram que é a cara do Oscar, um filme que mostra a superação.”(Reuters).
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