Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tem novo presidente. É o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, sucessor do desembargador Luiz Zveiter na administração do Judiciário estadual no biênio 2011/2012. Ele tomou posse nesta sexta-feira, dia 4, defendendo a união entre os poderes da República para combater o crime, a corrupção e a injustiça.

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

A sessão solene de posse foi realizada no plenário do TJ do Rio e contou com a presença do ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), do governador Sergio Cabral, do vice-governador Luiz Fernando Pezão.

Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi

Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi.Os últimos escândalos que envolvem Berlusconi são os alvos da insurreição das mulheres na Itália

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Resumo dos Jornais de hoje, 16/02/2011


16 de fevereiro de 2011
O Globo

Manchete: Chefe de Polícia afastado deve ser indiciado por vazamento

Grampo revela que Allan Turnowski avisou a inspetor sobre operação da PF 

Afastado ontem do comando da Polícia Civil após tensa negociação que começou segunda-feira e envolveu até o governador Sérgio Cabral, o delegado Allan Turnowski deve ser indiciado hoje pela Polícia Federal, sob suspeita de vazamento de informação. Grampos telefônicos teriam flagrado uma conversa com o inspetor Christiano Gaspar Fernandes: na gravação, o então chefe da polícia avisava que Christiano era alvo da investigação da PF que resultou na Operação Guilhotina, com a prisão de 30 policiais civis e PMs acusados de corrupção. O inspetor é acusado de ser miliciano. Mesmo assim, Turnowski entregou o cargo sob elogios do secretário de Segurança e do governador Sérgio Cabral. A Câmara de Vereadores pode abrir CPI para investigar a passagem do delegado Carlos Oliveira pela Secretaria Especial de Ordem Pública, da prefeitura do Rio. (Págs. 1, 13 a 15 e Zuenir Ventura)
Enquanto isso, Cabral…
Sumido desde que estourou a crise na polícia, o governador Sérgio Cabral – ao lado do economista Pérsio Arida – reapareceu ontem, em São Paulo. (Págs. 1 e 13)
Pela primeira vez, uma mulher
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, escolheu a delegada Martha Mesquita da Rocha, de 51 anos, para cargo de chefe da Polícia Civil do Rio. Pela primeira vez, uma mulher é nomeada para o cargo, no comando de 12 mil policiais civis. Martha tem 28 anos de polícia e coordenava as delegacias especiais de atendimento à mulher. (Págs. 1 e 14)
Em Goiás, subcomandante da PM é preso
A Polícia Federal prendeu ontem o subcomandante da PM de Goiás e mais 18 policiais, acusados de participar de um grupo de extermínio que executou cerca de 40 pessoas, incluindo mulheres e crianças. Os ex-secretários de Segurança e Fazenda também são investigados. (Págs. 1 e 11)
Para aprovar os R$ 545, governo cede mais no IR
O governo, na véspera da votação do mínimo, decidiu propor benefício adicional: a correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda não será só para 2011, mas para os próximos 4 anos. O ministro Guido Mantega disse que um valor acima de R$ 545 e incongruente com os cortes no Orçamento e traz descontrole fiscal. A presidente Dilma mandou um recado: tratará dissidentes como dissidentes. (Págs. 1, 3 e 4)
Uma gafe fenomenal
Por minutos, o Twitter do STF usou o mote da aposentadoria de Ronaldo Fenômeno para perguntar “quando será que Sarney vai resolver pendurar as chuteiras?” O STF se desculpou pela gafe de uma funcionária, mas Sarney, irônico, gravou vídeo agradecendo a comparação com o craque. (Págs. 1 e 10)
Irã quer matar opositores e já prendeu 1.500
Deputados iranianos defenderam a pena de morte para os dois maiores líderes da oposição, e o Judiciário confirmou a prisão de 1.500 pessoas na segunda-feira. O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que o Egito deve servir de modelo para o Irã. (Págs. 1, 30 e 31)
Réu em escândalo sexual, Berlusconi será julgado por 3 mulheres (Págs. 1 e 29)

Moreira quer que Ipea volte a ser reconhecido (Págs. 1 e 22)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Dilma e Obama assinarão tratados de cooperação
Acordo deve reduzir barreiras e facilitar negócios, mas não reduz tarifas
Dilma Rousseff e Barack Obama vão assinar um tratado de cooperação econômica e comercial durante a visita do presidente americano ao Brasil, no próximo mês de março, informa Patrícia Campos Mello.
O acordo criará mecanismos contra obstáculos que dificultam os negócios entre os dois países – como barreiras sanitárias, processos alfandegários e normas técnicas -, mas não prevê reduzir tarifas de importação.
Mesmo sem efeito imediato na abertura comercial, o tratado é visto como uma reaproximação entre Brasil e Estados Unidos, que terá a relação marcada por divergências recentes, como a questão nuclear do Irã.
Outro tratado a ser assinado, o da previdência, vai permitir que imigrantes brasileiros nos EUA possam somar contribuições feitas nos dois países para obter benefícios como aposentadorias e pensões. (Págs. 1 e Mercado B1)
Chefe da Polícia Civil do Rio cai e delegada vai assumir o cargo
A crise detonada pela Operação Guilhotina, que prendeu policiais civis e militares fluminenses, fez outra vítima. O delegado Allan Turnowski deixou a chefia da Polícia Civil após atritos com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Sua substituta é Marta Rocha, delegada da Divisão de Atendimento a Mulher.
Turnowski sai depois de levantar suspeitas contra o delegado Cláudio Ferraz, que contribuiu com as investigações. (Págs. 1 e Cotidiano C6)
Itamaraty deu, em 5 anos, 328 superpassaportes
O Itamaraty concedeu 328 passaportes diplomáticos em caráter excepcional entre 2006 e 2010. Entre os beneficiados estão ex-vice-presidentes, ex-governadores, presidentes de partidos e líderes religiosos.
Em janeiro, a Folha revelou que dois filhos de Lula receberam o documento dois dias antes de ele deixar a Presidência. (Págs. 1 e Poder A4)
Escolas federais terão professor sem concurso
A presidente Dilma editou medida provisória que permite a contratação de professores temporários em novas instituições federais sem que haja a necessidade de concursos para a admissão de professores efetivos.
Além de salários menores, os docentes temporários não têm direito a férias nem plano de carreira como os efetivos. (Págs. 1 e Cotidiano C3)
Dívidas maiores herdadas de Lula dificultam ajuste (Págs. 1 e Poder A8)

Sem carteiras, escola no Grajaú faz rodízio de aluno (Págs. 1 e Cotidiano C3)

Presidente dos EUA incentiva manifestações de iranianos
O presidente Barack Obama condenou a repressão do governo iraniano ao protesto que deixou dois mortos no país e disse esperar que a população continue com coragem de expressar seu desejo de mudança.
No Irã, parlamentares pediram pena de morte para o ex-presidente Mohammad Khatarni e dois ex-candidatos que organizaram a manifestação. (Págs. 1 e Mundo A14)
Nobel da Paz egípcio se diz apreensivo com militares
O Nobel da paz Mohamed ElBaradei, um dos pais dos protestos egípcios, esta apreensivo. “Queríamos o Exército para evitar uma guerra civil, não como ponte para a democracia.”
À Folha ele afirmou que o Egito precisa de ao menos um ano até a eleição e criticou o Brasil por não condenar ditaduras. (Págs. 1 e Mundo A16)
Editoriais
Leia “O futuro do Egito”, sobre os prospectos para a democracia no país árabe; e “Economia criativa”, acerca de iniciativas do governo nessa área. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo diz ter 300 votos para aprovar mínimo hoje
Rolo compressor pelos R$ 545 inclui distribuição de cargos; dissidência aliada pode passar de 70 votos
O governo montou operação na Câmara para garantir a aprovação hoje do salário mínimo de R$ 545 e reduzir as dissidências na base. O ministro Carlos Lupi (Trabalho) pode perder o cargo caso o PDT mantenha a disposição de votar por um mínimo de R$ 560. A lista de votação com os nomes dos deputadas fiéis ao governo será usada para distribuição dos cargos de segundo e terceiro escalões do Executivo e das estatais. Os líderes governistas estão confiantes na vitória dos R$ 545 com cerca de 300 votos e esperam 76 votos dissidentes na base aliada, segundo cruzamento realizado ontem. Na avaliação tanto de governistas quanta de oposicionistas, o mínimo de R$ 560 deverá contar com o apoio de 150 a 180 deputados. “A situação do governo é confortável”, afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). A base está preparada para fazer cobranças em troca da fidelidade ao Planalto. (Págs. 1 e Nacional A4)
Hugo Leal
Deputado (PSC-RJ)
“O governo não pode fraquejar. Se abrir a porteira, não tem como segurar: vai todo mundo junto para os R$ 560″. (Pág. 1)
Anvisa quer banir venda de remédios para emagrecer
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pretende, a exemplo do que aconteceu na Europa, banir a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central. São elas a sibutramina e os derivados de anfetamina: femproporex, dietilprapiona e mazindol. A única droga que continuará liberada será o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino. Diante de escudos que apontavam que a sibutramina aumenta o risco de problemas cardíacos, desde o ano passado a Anvisa endureceu os critérios de venda do medicamento, considerado de primeira classe no tratamento da obesidade pela maioria dos endocrinologistas. (Págs. 1 e Vida A13 e A14)
Contra
“É como proibir usar carro porque causa acidente”, diz Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia. (Págs. 1 e Vida A14)
A favor
Para o cardiologista Marcelo Ferraz Sampaio, os riscos de complicação cardíaca são muito grandes, mesmo em quem não tem histórico. (Págs. 1 e Vida A14)
Berlusconi será julgado por exploração sexual
Premiê italiano responde ainda por abuso de poder
Em uma decisão inédita, a Justiça de Milão decidiu enviar o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, aos tribunais por abuso de poder e corrupção de uma menor em um escândalo sexual envolvendo a jovem marroquina Karima EI-Mahroug, conhecida como “Ruby Rubacuori”. Pressionado pela queda de popularidade e por protestos de rua, Berlusconi, de 74 anos, será levado ao banco dos réus dentro de 20 dias. (Págs. 1 e Internacional A9)
Mulher vai chefiar Polícia Civil do Rio
Pela primeira vez, uma mulher será chefe de Polícia Civil do Rio. A delegada Martha Rocha substitui Allan Turnowski, que trocou acusações com o delegado titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas, Cláudio Ferraz. (Págs. 1 e Cidades C1)
MP olímpica inclui até lojas de aeroportos (Págs. 1 e Nacional A6)

Parlamento do Irã quer opositores executados (Págs. 1 e Internacional A10)

Economistas já calculam freio na economia
Economistas já começaram a rever para baixo suas projeções para o PIB deste ano. Recuo na produção industrial e na oferta de crédito e aperto monetário são os motivos. Uma consultoria mudou a projeção de 4,3% para algo entre 3,5% e 4%. (Págs. 1 e Economia B1)
Notas & Informações
Primeiro teste para Dilma
A votação do novo salário mínimo é o primeiro teste de confiabilidade de sua base no Congresso. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: [R$ 545,00]: Pressão máxima no salário mínimo
Ministros e deputados governistas foram a campo no Congresso para cumprir uma estrita missão repassada pelo Planalto: assegurar a aprovação do salário mínimo de R$ 545, hoje, na Câmara. Em explanação aos parlamentares, Guido Mantega (foto), da Fazenda, deixou claro que o governo não tem condições de arcar com um piso acima desse valor e alertou para a ameaça da inflação. As centrais sindicais e a oposição, por sua vez, pretendem emplacar as propostas de R$ 560 e R$ 600 no plenário. O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), estima conseguir 300 votos favoráveis na batalha do mínimo, mas a posição dúbia de parte dos aliados pode atrapalhar os planos da presidente Dilma Rousseff. (Págs. 1, 2 a 5 e Visão do Correio, 16)
Mortes no entorno levam PMs à cadeia
A Polícia Federal prendeu 19 policiais militares goianos suspeitos de fazerem parte de grupos de extermínio que agiam em Goiânia e nas cercanias do DF. Desde 2009, o Correio denuncia uma série de assassinatos na região. Os ex-secretários de Segurança Ernesto Roller e de Fazenda Jorcelino Braga são investigados por tráfico de influência. (Pág. 1)
Chefe da polícia no Rio pede para sair. (Pág. 1)
Agora ele é fiscal
Elogiado por governistas e oposicionistas por sua capacidade técnica, o distrital Agaciel Maia (PTC) foi escolhido para presidir a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da Câmara. O ex-diretor-geral do Senado, investigado por diversas irregularidades na sua gestão, vai controlar uma área estratégica do Legislativo local. (Págs. 1, 23 e 24)
Casa própria: Desconto para 74 mil mutuários
Contratos assinados há mais de 16 anos serão renegociados pela Emgea — empresa que administra financiamentos com dívidas — e abatimento chegará a 82%. No DF são 1.636 clientes. (Págs. 1 e 14)
Infraero
Corrupção impede reforma de aeroportos. (Págs. 1 e 11)
Custo de vida: Comer fora no DF está cada vez mais caro
Em média, um prato nos restaurantes de Brasília custa R$ 22,77, valor menor apenas que o do Rio e o de Santos. A alta dos alimentos e a nova rotina dos trabalhadores contribuem para reajustes nos preços. (Págs. 1 e 13)
Radicais
Parlamentares do Irã exigem a execução de manifestantes. EUA apoiam protestos. (Págs. 1 e 18)
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Valor Econômico

Manchete: França recua ante o Brasil para evitar racha no G-20
Às vésperas da reunião ministerial do G-20, em Paris, a França ensaia um recuo para evitar uma rota de colisão com a Brasil sobre como controlar a disparada dos preços dos alimentos e regular os mercados agrícolas, após a reação do país a suas sugestões. O Valor apurou que o governo francês deflagrou um esforço adicional para explicar ao Brasil que não quer “prejudicar” os países exportadores nem buscar o controle de preços das commodities agrícolas, e sim deter a especulação com derivativos.
A França busca visivelmente evitar uma polarização no grupo das maiores economias do mundo sobre medidas envolvendo o mercado agrícola. Mas um negociador europeu admitiu que ainda é difícil decifrar o que os franceses realmente querem, porque continuam “medindo o pulso” sobre o tema. Diante da reação de países como o Brasil, alguns negociadores acreditam que Paris não vai insistir muito em questões como a formação de estoques reguladores regionais, por exemplo. (Pág. 1)
País contesta subsídios do Japão a avião
O Brasil colocou em dúvida, ontem, na Organização Mundial do Comércio (OMC) a legalidade da ajuda financeira do governo do Japão para o desenvolvimento de seu primeiro avião de passageiros, o Mitsubish Regional Jet, que vai concorrer com a Embraer no mercado de jatos regionais. A delegação brasileira levantou a suspeita de que os subsídios para a Mitsubishi podem estar violando as regras do comércio internacional.
Desde 2009 o Brasil pede ao Japão detalhes sobre os subsídios, sem obter resposta. A delegação brasileira manifestou “muita preocupação” com os montantes concedidos e não revelados. O plano japonês é que seu jato, de 78 a 92 assentos, voe pela primeira vez em 2012. O aparelho já tem mais de 200 encomendas. A expectativa é de fazer 30% das vendas na Europa, desafiando Embraer e a canadense Bombardier. (Págs. 1 e B1)
Sem o BB, SulAmérica retoma fôlego
Dois anos depois do fim da sociedade com o Banco do Brasil em duas empresas, a SulAmérica Seguros e Previdência procura mostrar ao mercado que a perda de acesso à maior rede bancária do país não causou grandes estragos. “A saída do banco não fez nenhuma diferença”, disse ao Valor Thomaz Cabral Menezes, que há um ano assumiu o comando da companhia. Estimativas de analistas indicam aumento de receitas e lucros no ano passado, mas não de lucratividade. Embora reconheça o exagero da frase “não fez nenhuma diferença”, Menezes afirmou que parcerias com instituições financeiras de distintos perfis e tamanhos podem compensar a falta do BB. “Temos mais de 20 parcerias bancárias, representando mais de 16 mil pontos de venda, quase 28 milhões de clientes”. Mas o fato é que o fim da associação com o banco estatal tornou a SulAmérica uma empresa menos diversificada. (Págs. 1 e C1)
Herança da Kia pesa sobre a Hyundai
Uma parceria que no mundo ajuda duas marcas a formar uma força única para competir no mercado tomou rumos diferentes no Brasil. Na tentativa de evitar que uma dívida tributária com o governo federal atrapalhe a conclusão da construção de uma fábrica em São Paulo, o grupo Hyundai/Kia decidiu apresentar-se de maneira separada no país. Antes mesmo de iniciar a produção no Brasil, o grupo já detém 4,8% do mercado nacional, fatia semelhante a de montadoras instaladas no país há dez anos.
O divórcio entre as marcas não é verdadeiro. O namoro está mais sério do que nunca. A Hyundai quer passar ao largo das disputas judiciais enfrentadas no Brasil pela Kia Motors, que tenta na Justiça evitar que recaiam sobre ela dívidas tributárias cobradas de uma empresa da qual foi sócia nos anos 90. A Hyundai adquiriu a Kia após a crise das montadoras coreanas, em 1998. É a sua maior acionista, com uma participação próxima de 38%. Na aliança com a Hyundai, a Kia carregou a Asia Motors, uma operação fracassada que foi encerrada. (Págs. 1 e B8)
Um atalho ao mercado de capitais
Uma opção pouco ortodoxa para pequenas e médias empresas terem acesso ao mercado de capitais começa a ser oferecida no Brasil, depois de fazer sucesso na China e na Índia. A proposta começa por uma empresa de capital fechado se fundindo com uma companhia que esteja listada na bolsa dos EUA – são comuns empresas registradas na bolsa americana que não são operacionais ou têm negócios muito pequenos. A companhia fechada brasileira se funde com essa “empresa-casca”. A americana passa a ser a dona da brasileira, mas o acionista da empresa do Brasil fica sendo o dono da americana. Um aumento de capital com integralização de ações é realizado. Os bancos que estão fazendo a operação passam então a promover a oferta privada de ações da companhia. Organizam reuniões com investidores e acertam a capitalização. A empresa consegue os recursos e passa a ser aberta nos EUA. Entre os que oferecem essa opção estão o banco de investimento Rodman & Renshaw e o Halter Financial Group. (Págs. 1 e D1)
A tranquila Itapoá muda com o porto
A vida da pequena Itapoá, cidade no norte do litoral catarinense, mudou com a chegada do porto. Ao sobrevoar o tranquilo balneário de 8 mil habitantes, em 1994, o empresário Hildo Batistella achou o local interessante para a instalação de um porto privado. Após investimentos de R$ 475 milhões, o porto de Itapoá, em fase pré-operacional, foi inaugurado em dezembro.
A expectativa é que os navios comecem a chegar neste semestre. O empreendimento do Tecon Santa Catarina, em Itapoá, é formado pela parceria entre os grupos Aliança e Hamburg Süd, com 30% de capital, e a Portinvest, com 70%, sendo 60% de capital do grupo Batistella e 40% do Fundo de Logística Brasil (FIP), administrado pela BRZ Investimentos. (Págs. 1 e A16)
CNH vai investir R$ 1,7 bi no Brasil até 2014, diz Rizzioli (Págs. 1 e B12)

Interior do Rio supera a capital
Pesquisa mostra que a qualidade de vida e o crescimento econômico nos municípios do interior fluminense são maiores do que na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. (Págs. 1 e A3)
Iates italianos em Itajaí
Depois da Azimut-Benetti, Itajaí (SC) deverá receber investimento de mais um fabricante italiano de embarcações de luxo. A Aicon está perto de fechar acordo para iniciar a produção local em 2012. (Págs. 1 e B4)
Suzion avalia produzir aerogerador
A Suzlon avalia construir uma fábrica de aerogeradores em Tapes (RS). O investimento depende do sucesso do projeto do parque gerador da Impel para a região, no leilão de energia eólica marcado para agosto. (Págs. 1 e B7)
Suspeitas de dumping no frango
Companhias de frango da África do Sul analisam as importações de frango do Brasil para decidir se buscarão medidas antidumping por competição desleal. (Págs. 1 e B11)
Última cartada do Independência
O futuro do frigorífico Independência, em recuperação judicial há dois anos, deve ser decidido pelos credores em 3 de março, quando terão de optar pelo leilão em bloco dos ativos ou pela falência. (Págs. 1 e B11)
Produção agrícola
O Ministério da Agricultura reduziu a estimativa para o valor bruto da produção (“da porteira para dentro”) das 20 principais culturas do país em 2011, que ainda assim deve alcançar o recorde de R$ 184,2 bilhões. (Págs. 1 e Bl2)
Concorrência à bolsa
No dia em que as bolsas de Frankfurt e Nova York anunciaram sua fusão, as ações da BM&FBovespa tiveram forte queda ( 4,47%), efeito do acordo entre Bats e Claritas para avaliar uma bolsa alternativa. (Págs. 1, C9 e D2)
Processo kafkiano
A Lei 11.419/06, que trata da informatização dos processos judiciais, ainda causa polêmica em várias partes do país. Alguns juízes se recusam a aceitar as petições por e-mail, já que a tramitação ainda é feita em papel. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Cristiano Romero
Já é possível enxergar no governo de Dilma pelo menos dois grupos com visões distintas sobre a economia. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Martin Wolf
História milenar do Egito, dominada por autocracias, não autoriza decretar o fracasso da democracia no país. (Págs. 1 e A15)
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Estado de Minas

Manchete: O Mineirão vai bem, obrigado. Já Confins…
Licitação de obras no aeroporto é suspensa. TCU suspeita de preço superestimado
Em visita ao Mineirão, o ministro do Esporte, Orlando Silva, elogiou o andamento da reforma do estádio para o Mundial de 2014, o que, segundo ele, fortalece BH na disputa pelo jogo de abertura. “É a cidade mais adiantada”, disse o ministro. Mas obras de infraestrutura, como as de Confins, cruciais para a Copa, preocupam. O Tribunal de Contas da União determinou a suspensão temporária da licitação para ampliação do terminal 1 do aeroporto, orçada em R$ 295 milhões. Há indícios de que o preço está inflado em R$ 46 milhões. A Infraero tem 15 dias para apresentar explicações. (Págs. 1, 13, 14, Superesportes e o editorial ‘Aeroporto na mira do TCU’, 10)
Duplicação da Pedro I começa mês que vem
Alargamento de pista e construção de dois viadutos vão custar R$ 417 milhões, mas esbarram na resistência dos donos de 245 casas e lojas que serão desapropriadas. Estão inconformados com o valor das indenizações. (Págs. 1 e 23)
Tragédia no anel: Juiz manda soltar motorista
Justiça dá liberdade provisória a condutor da carreta que causou acidente com cinco mortes, por ser réu primário, com residência fixa. (Págs. 1 e 26)
Salário mínimo: Plano B une oposição e sindicalistas
Aécio reúne PSDB, DEM e centrais para tentar aprovar piso de R$ 560, caso proposta de R$ 600 seja derrotada pelo governo na Câmara. (Págs. 1, 3, 4 e 6)
Garota leva Berlusconi ao banco dos réus
Primeiro-ministro será julgado em abril por prostituição de menor. Ele teria feito sexo com a dançarina marroquina Kharima El-Marough, conhecida como Ruby, quando ela tinha 17 anos. (Págs. 1 e 21)
Democracia do porrete
Parlamentares do Irã pedem a execução de opositores. (Págs. 1 e 20)
Imóvel na Justiça
Caixa dá desconto de até 82% na quitação de casa própria. (Págs. 1 e 17)
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Jornal do Commercio

Manchete: Governador afasta oito PMs sob suspeita
Homens são acusados de espancamento e tentativa de abuso sexual contra três jovens. Eduardo ordenou ainda que vítimas e familiares tenham proteção. Associação de Cabos e Soldados diz que imprensa desmotiva a tropa. (pág. 1)
Novo mínimo testa força de Dilma (pág. 1)

Nove fontes de água mineral clandestinas são interditadas (pág. 1)

Estado tem maior crescimento da arrecadação do ICMS (pág. 1)

Insegurança (pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Votação do mínimo testa hoje a força de Dilma no Congresso
Planalto destaca Mantega para enfrentar na Câmara a oposição e sindicalistas, ameaça tirar PDT de ministério e insiste que R$ 545 é o limite. (Págs. 1, 18 e Editorial, 16)
SEC recomenda não reprovar até o 3º ano
A exemplo do que já foi indicado pelo MEC, a rede estadual facilitará o avanço dos alunos, em decisão que divide especialistas. (Págs. 1 e 30)
Ação no Supremo
OAB pede fim da pensão para ex-governadores. (Págs. 1, 8 e 10)
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

1 minuto de notícias da BBC-Mundo: Berlusconi será julgado e outras notícias




TV tedesca ridiculariza Berlusconi





Resumo dos Jornais de hoje, 15/02/2011


15 de fevereiro de 2011
O Globo

Manchete: Crise na polícia se amplia com novos investigados
PF pode prender mais 3 delegados da Civil; Allan ataca diretor que ajudou investigação

A pressão do chefe da Polícia Civil, Allan Turnowski, contra um delegado apoiada pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, somada ao desdobramento da Operação Guilhotina, na qual foram presos 30 policiais civis e militares acusados de corrupção, aumentou a crise na Polícia Civil do Rio, aberta na sexta-feira. A PF pode prender nos próximos dias mais três delegados com cargos de comando na Polícia Civil e outros agentes. Em entrevista a TV Globo, Turnowski disse que exoneraria o delegado Cláudio Ferraz; o titular da Draco, se este estivesse sob seu comando, devido a supostas denúncias de extorsão, já investigadas pela Corregedoria. Ferraz ajudou na operação da PF que prendeu policiais ligados a Allan. (Págs. 1, 10 e 11 e editorial "Crise nas policias é decisiva")
Mais saques no São Carlos
A Polícia Federal, com apoio da Secretaria de Segurança e do Ministério Público, identificou um grupo de policiais civis e militares que saquearam bens de traficantes, durante a ocupação dos complexos de São Carlos, no Estácio, e de Santa Teresa, no dia 6. O mesmo ocorrera no Alemão. (Págs. 1 e 11)

Esso vira Shell, que se uniu à Cosan
A marca Esso, que está presente no Brasil há quase um século, vai desaparecer nos próximos três anos. Os postos vão ter a bandeira Shell que, no ano passado, se uniu à Cosan, dona da Esso desde 2008. A nova gigante vai faturar R$ 50 bi. (Págs. 1 e 17)

Para Fux, Lei da Ficha Limpa é moralizadora
O ministro Luiz Fux, a quem caberá desempatar a votação no Supremo sobre a validade da Ficha Limpa nas eleições de 2010, disse que a lei "conspira em favor da moralidade administrativa". Mas ressalvou que ainda não tem opinião jurídica formada. (Págs. 1 e 10)

No ar, Cid Gomes
Após ser reeleito, o governador cearense Cid Gomes (PSB) viajou de férias com a mulher para os Estados Unidos, em janeiro, a bordo de um jato do empresário Alexandre Grendene, dona de uma empresa de calçados beneficiada por incentivos fiscais no Ceará. (Págs. 1 e 5)

Egito terá referendo constitucional
Os militares do Egito prometeram reformar o gabinete ministerial, que a partir da semana que vem incluirá a oposição. Um plebiscito para aprovar a reforma da Constituição acontecerá em dois meses. Países árabes tiveram ontem intensos protestos. No Irã, o povo voltou às ruas e foi reprimido. (Págs. 1 e 24 a 27)

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Folha de S. Paulo

Manchete: O adeus do Fenômeno
Maior artilheiro das Copas, três vezes melhor do mundo, Ronaldo Nazário de Lima, 34, chorou ao dar adeus ao futebol. O Fenômeno revelou sofrer de hipotireoidismo e disse que foi derrotado pelo próprio corpo. (Pág. 1)

Enzo Palladini

Resta agora sonhar que um dia vá nascer um artilheiro igual. (Págs. 1 e D6)

PVC

Craque no marketing, ele escolheu a melhor hora para se retirar. (Págs. 1 e D12)

Tostão

Sem as contusões, um dos maiores teria sido ainda melhor. (Págs. 1 e D7)

Juca Kfouri

Declarações de amor, revelações e decepções marcam despedida. (Págs. 1 e D13)

Foto Legenda: Ronaldo Chora ao anunciar sua despedida
Correios vão abrir disputa bilionária por Banco Postal
Numa concorrência de ao menos R$ 1,75 bilhão, os Correios vão abrir licitação para operar o Banco Postal, serviço que atende a população de baixa renda em cidades sem filiais bancárias.

Há dez anos, o Bradesco atua como correspondente bancário exclusivo em postos da estatal pelo país. Nesse período, abriu mais de 10 milhões de contas.

No ano passado, o faturamento anual só com tarifas de manutenção desses correntistas foi de R$ 845 milhões - os Correios ficaram com R$ 350 milhões.

O novo contrato terá duração de cinco anos, renovável por mais cinco. A licitação deve ser concluída até julho. Além do Bradesco, apenas o Banco do Brasil, o Itaú, o Santander e o Banrisul atendem aos requisitos da concorrência. (Págs. 1 e Mercado B1)
Ex-ministro ainda usa imóvel do TCU após dois anos (Págs. 1 e Poder A8)

Envolvido na quebra de sigilo de caseiro vai assessorar Dilma
O Planalto nomeou o ex-gerente da Caixa Econômica Federal Jeter Ribeiro de Souza para assessorar a presidente Dilma Rousseff.
Souza foi o responsável por imprimir cópia do extrato do caseiro Francenildo Costa. O escândalo causou a queda de Antonio Palocci.
A nomeação foi assinada pelo secretário-executivo da Casa Civil, mas Souza disse que Palocci não influenciou em sua indicação. (Págs. 1 e Poder A4)
Protesto contra o regime no Irã deixa um morto
Nos maiores protestos desde 2009, a polícia iraniana entrou em confronto com milhares de manifestantes em Teerã e em Isfahan, a 320 Km. Um ativista morreu.

Oposicionistas reivindicaram a saída do presidente Ahmadinejad e do aiatolá Ali Khamenei. (Págs. 1 Mundo A15)

O Iêmen viveu o quarto dia de protestos contra o regime. (Págs. 1 e Mundo A12)
Junta militar diz que egípcios vão votar mudanças
A junta militar que assumiu o governo do Egito prometeu a oposicionistas que em dez dias vai finalizar emendas à Constituição e, após dois meses, levá-las a referendo popular, informa o enviado Marcelo Ninio.

As Forças Armadas, porém, fizeram um alerta contra a recente onda de protestos e greves. (Págs. 1 e Mundo A12 a A14)
Netinho usou verba oficial com firmas fantasmas
Investigação do Ministério Publico estadual revela que, entre 2009 e 2010, o vereador Netinho de Paula (PCdoB-SP) usou verba indenizatória da Câmara para pagar empresas registradas em endereços fantasmas.

O vereador não explicou as despesas, disse que apoia as investigações e que é contra qualquer desvio de recurso público. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Governador de Roraima obtém liminar e fica no cargo (Págs. 1 e Poder A9)

Editoriais
Leia "Meta sob risco", sobre o superávit primário do poder público; e "Guilhotina", acerca da corrupção das forças de segurança no Rio de Janeiro. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma fecha questão e exige mínimo de R$ 545
Governo endurece para sinalizar ao mercado seu compromisso de conter a inflação e cortar gastos

A presidente Dilma Rousseff avalia que a aprovação do salário mínimo de R$ 545 pelo Congresso é questão de honra para sinalizar ao mercado que o corte nos gastos públicos não tem volta. Com a expectativa de que a taxa básica de juros, hoje em 11,25%, chegue a 12,5% em junho para conter a inflação, o Planalto elegeu o mínimo como a âncora fiscal desse início de governo. Definido como a primeira prova de fogo do pós-Lula, o projeto de lei que fixa o piso em R$ 545 será votado amanhã na Câmara e depois seguirá para o Senado. Na tentativa de quebrar as resistências no Congresso, o ministro Guido Mantega (Fazenda) explicará hoje a proposta do Planalto a uma comissão de deputados, empresários e sindicalistas. Embora o governo tenha maioria na Câmara e no Senado, a base aliada não está totalmente unida, e o Planalto sabe que haverá dissidências. (Págs. 1 e Nacional A4)

Pessimismo no mercado

O corte de R$ 50 bilhões em despesas anunciado pelo governo não convenceu os analistas, que voltaram a elevar a projeção de inflação. (Págs. 1 e Economia B1)

No Irã, ato de apoio aos egípcios é reprimido
Milhares de iranianos entraram ontem em confronto com policiais no centro de Teerã. A marcha tinha sido inicialmente convocada pelo próprio governo em solidariedade à "revolução no Cairo", mas foi proibida por temores de que se convertesse em um ato antirregime, o que acabou acontecendo. Os protestos foram os maiores no Irã em mais de um ano. Além da capital, milhares de opositores também saíram às ruas em Isfahan, a terceira maior cidade do país. Na Argélia, o governo, que também enfrenta protestos, anunciou o fim do estado de exceção, em vigor há 19 anos. Houve manifestações também no Bahrein e no Iêmen. (Págs. 1 e Internacional A9 a A12)

Polícia contra-ataca aliado da PF no Rio
Três dias após a Polícia Federal prender 35 policiais no Rio, o chefe da Policia Civil, Allan Turnowski, vasculhou delegacia comandada por um colaborador da PF. (Págs. 1 e Cidades C3)

Cosan e Shell dobrarão produção de etanol (Págs. 1 e Economia B17 e B18)

Estudante de curso técnico terá crédito
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico oferecerá financiamento estudantil para quem terminou o ensino médio, mas quer fazer qualificação técnica numa escola privada. (Págs. 1 e Vida A17)

Celso Ming
Sarkozy quer intervenção

Na reunião do G-20, em Paris, a França pretende arrancar mecanismos que passem a controlar a produção de commodities agrícolas. (Págs. 1 e Economia B2)

Dora Kramer
Concessão perigosa

O plano B do governo de oferecer R$ 560 equivaleria a entregar o controle da política do salário mínimo às centrais sindicais. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações
Sinais contraditórios

A queda do ditador Mubarak foi só o fim do começo. O resto está para ser escrito no Egito. (Págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: O poodle no poder
Oficial que conduzirá a transição no Egito era considerado um capacho do ditador e por isso ganhou apelido jocoso. População está com medo. (Págs. 1, 3 e 4)
Lesões no trabalho custam R$ 500 milhões por mês ao INSS (Págs. 1, 19 e 20)

Caçula do STF diz que não tem medo de tema polêmico (Págs. 1 e 16)

Drogas: nem todos os tucanos fumam cachimbo da paz com FHC (Págs. 1, 12 e 13)

Homenagem a desembargador no barco de Eike teve até bofetada (Págs. 1 e Anna Ramalho, 8 e 9)

Informe JB
Empresa que bancar cirurgia pode ter dedução no imposto. (Págs. 1, 14 e 15)

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Correio Braziliense

Manchete: O dia em que o Fenômeno parou
Bicampeão mundial, maior goleador de todas as Copas, três vezes eleito o melhor jogador do mundo. O atacante Ronaldo encerra a carreira após 18 anos de vitórias, títulos, escândalos e lesões graves. Aos 34 anos, o craque disse não conseguir mais driblar as dores crônicas e revelou o adversário que, nos últimos anos, o impediu de mostrar o seu gênio em campo: o hipotireoidismo. O distúrbio pode resultar em excesso de peso. Fenômeno mundial e exemplo de superação, Ronaldo conclui uma trajetória digna dos gigantes do futebol. (Págs. 1 e Super Esportes, 2 a 11)

Senado acaba com os puxadinhos de Gim e de Renan (Págs. 1 e 5)

Mudanças à vista nos planos de saúde
ANS estuda criar mais regras para facilitar a troca de seguradora. Apenas 2,3 mil clientes aderiram à portabilidade. (Págs. 1 e 13)

Concursados vivem drama à espera da convocação
Muitos aprovados em seleções públicas saíram do emprego para assumir os cargos. Governo demora a dar respostas. (Págs. 1 e 12)

Dilma joga duro com ministros
Na guerra para aprovar o mínimo de R$ 545, pausa apenas para admirar o quadro do artista Romero Britto. Ontem foi dia de enquadrar “rebeldes”, como o ministro Carlos Lupi. (Págs. 1, 2 a 4 e 6)

A hora de os iranianos pedirem liberdade
Aos gritos de “morte aos ditadores”, milhares de pessoas foram ontem às ruas de Teerã. A polícia reprimiu os protestos. (Págs. 1 e 20)

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Valor Econômico

Manchete: Indústria aumenta preços e sofistica linhas de produtos
O faturamento da indústria cresceu acima do ritmo da produção nos últimos meses. Enquanto a produção ficou praticamente estagnada no segundo semestre do ano passado, as vendas da indústria cresceram 7,7%, em valores, na comparação entre junho e dezembro, segundo estudo da Rosenberg & Associados. O faturamento real, que desconta a inflação, subiu 4,5%.
Alta da cotação de commodities, reajustes de preços em alguns setores e mudança do mix de produção para bens de maior valor são alguns dos motivos que explicam a disparidade, acredita a economista-chefe da Rosenberg, Thais Marzola Zara. O aquecimento da economia, num quadro de elevação do custo de insumos importantes, foi decisivo para esse movimento. Entre os setores que tem maior peso na produção da indústria, Thaís destaca os de veículos, produtos químicos, máquinas e equipamentos, celulose e papel. (Págs. 1 e A3)

Tarefa penosa dá direito a adicional
Alguns trabalhadores tem conseguido na Justiça receber um adicional pela execução de tarefas consideradas penosas, que varia de 7,5% a 30% do salário. O chamado adicional de penosidade está previsto na Constituição Federal, mas ao contrário da periculosidade e da insalubridade, o benefício não foi regulamentado e, portanto, não há lei que defina quanto e em quais circunstâncias deve ser pago. A Justiça do Trabalho só tem concedido o adicional a empregados de categorias que tenham essa previsão em convenção coletiva. Atualmente, há oito projetos de lei no Congresso Nacional que tratam do assunto. (Págs. 1 e E1)
Brasil propõe acordo setorial em agricultura
A alta dos preços dos produtos agrícolas fez o Brasil virar o jogo na Rodada Doha, propondo agora um acordo setorial na agricultura para compensar a abertura que deverá fazer nas áreas industrial e de serviços. Nos acordos setoriais, os países interessados eliminam ou reduzem significativamente as alíquotas de importação. O Brasil apontou o setor de carnes como um dos que poderiam ter cortes tarifários maiores. O Brasil mudou o foco e se concentrou em acesso ao mercado. Com a disparada das commodities, o limite aos subsídios americanos em US$ 14,5 bilhões, a grande moeda de troca, não representaria corte algum - eles já estão em US$ 9 bilhões. (Págs. 1 e A2)
Dilma abre agenda com Immelt, da GE
A presidente Dilma Rousseff terá amanha sua primeira audiência privada, desde a posse, com um representante do setor produtivo. Ela receberá o presidente mundial da General Electric, Jelf Immelt, que lhe apresentará o projeto de US$ 550 milhões de um centro de pesquisas na Ilha do Fundão, no Rio.
Uma das justificativas para a ausência de empresários em sua agenda nos primeiros 45 dias de mandato está relacionada ao estilo gerencial da presidente. Dilma prefere que os encontros de trabalho tenham pauta consolidada, para que o tempo seja mais bem aproveitado e os resultados alcançados com mais facilidade. Ela opta por encaminhar os empresários a audiências preliminares com os ministros das respectivas áreas de atuação. (Págs. 1 e A6)

Prefeitura de São Paulo leva nova proposta para renegociar dívida com a União (Págs. 1 e A3)

Raízen investe para dobrar produção de cana, afirma Dias (Págs. 1 e B6)


PPP é saída para lixo urbano
Estudo aponta que as parcerias público-privadas são a melhor alternativa para os municípios brasileiros se adequarem à nova legislação sobre o manejo de resíduos sólidos, que entra em vigor em 2014. (Págs. 1 e A4)

China exclui câmbio em acordo
China rejeita o uso das "contas correntes" e da taxa real de câmbio/reservas" como critérios para identificação de desequilíbrios externos nas economias mundiais no âmbito de acordo no G-20. (Págs. 1 e A13)

Alternativa ao Canal do Panamá
A China negocia a construção de uma alternativa ao Canal do Panamá, ligando os oceanos Pacífico e Atlântico por meio de uma ferrovia de 220 quilômetros na Colômbia. (Págs. 1 e B12)

Exportações de milho
A exportação de milho somou 1,02 milhão de toneladas em janeiro, 16,7% mais que há um ano e segunda melhor marca para o mês. Com preço médio 30% maior na comparação anual, a receita cresceu 51,7%. (Págs. 1 e B15)

Dificuldades para multimercados
Levantamento da Economatica mostra que, de um universo de 170 fundos multimercados com patrimônio líquido acima de RS 100 milhões e mais de cem cotistas, só 44 superaram o CDI em janeiro. (Págs. 1, D1 e D2)

Ideias
Delfim Netto

Se cumpridos, cortes do governo trarão redução não desprezível do aumento das despesas primárias em relação ao PIB. (Págs. 1 e A2)

Ideias
José Eli da Veiga

É um engano supor que o Brasil se tornará uma "potência" por obra e graça de suas vantagens agroenergéticas. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Licitação da feira em BH deixa brecha para fraude
Feirantes da Afonso Pena, com o apoio de vereadores e deputados, denunciam a fragilidade do processo de concorrência e pedem sua suspensão. O Estado de Minas atestou: no site em que eram feitas as inscrições, encerradas ontem, até às 15h qualquer pessoa tinha acesso ao cadastro de concorrentes, podendo alterá-lo ou até excluí-lo da disputa. A prefeitura descartou rever a licitação. (Págs. 1 e 33)
Fenômeno inesquecível
Aos 34 anos, 18 como profissional, Ronaldo chorou ao se despedir do futebol. Reconheceu que o corpo, castigado por graves contusões e pelo ganho de peso, agravado por um hipotireoidismo, não correspondia mais. Mas ressaltou que a carreira foi “maravilhosa”. Para a torcida, fica a lembrança das jogadas geniais do maior artilheiro das Copas, com 15 gols. (Pág. 1)
Cartões: Lucro, mas só para lojistas
Unificação da cobrança dos cartões de crédito em único terminal fez aluguel de máquinas cair, em média, 42% em BH. Taxas das operadoras também encolheram. Só o consumidor não lucrou nada com isso. (Págs. 1 e 14)

Salário mínimo: Tropa escalada pelos R$ 545
Dilma decide enviar ministros à Câmara para defender o valor desejado pelo governo para piso, que será votado amanhã. As centrais sindicais preparam protestos em Brasília para tentar elevar o valor. (Págs. 1, 3 e 4)
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Jornal do Commercio

Manchete: PMs intimidam família de vítima de abuso
Policiais suspeitos de sessão de pancadaria seguida por tentativa de forçar rapazes a praticar sexo oral são acusados agora de ir à casa de uma vítima pressionar. Militares vão continuar nas ruas durante as investigações por falta de provas. (Pág. 1)
Lágrimas do Fenômeno na despedida
Ronaldo confirmou aposentadoria, revelou sofrer de hipotireoidismo e se desculpou aos corintianos pela queda na Libertadores. Veja lances da vida de um dos maiores jogadores da história. (Pág. 1)

Paralisação em obras da refinaria segue até pelo menos amanhã (Pág. 1)

Força-tarefa do Estado vai dar apoio no combate à dengue (Pág. 1)

Oposição denuncia superfaturamento na Prefeitura do Recife (Pág. 1)

Plano de Saúde (Pág. 1)

Habitação (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: O Fenômeno se despede
“Perdi para o meu corpo”

Entre lágrimas e revelações, Ronaldo emociona o mundo ao encerrar carreira (Págs. 1, 4 a 6 e Esportes)


Câmara aprova mudança na Saúde de Porto Alegre
Depois de mais de 10 horas de sessão tumultuada, vereadores autorizam a criação de instituto da prefeitura que nasce sob o protesto do Sindicato Médico. (Págs. 1 e 56)

China passa Japão e agora é a 2ª economia (Págs. 1 e 29)

Novo salto: Lucro do Banrisul cresce 37%
Ao alcançar marca de R$ 741,2 milhões, banco põe como meta girar R$ 40 bi na economia gaúcha em 2011. (Págs. 1 e 16)

Sopro egípcio: Protestos avançam no Oriente Médio
Depois da queda do ditador Hosni Mubarak, manifestações ganham força em países como o Iêmen. (Págs. 1 e 34)

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

1 minuto de notícias da BBC-Mundo: Ronaldo para de jogar e outras notícias