Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tem novo presidente. É o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, sucessor do desembargador Luiz Zveiter na administração do Judiciário estadual no biênio 2011/2012. Ele tomou posse nesta sexta-feira, dia 4, defendendo a união entre os poderes da República para combater o crime, a corrupção e a injustiça.

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

A sessão solene de posse foi realizada no plenário do TJ do Rio e contou com a presença do ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), do governador Sergio Cabral, do vice-governador Luiz Fernando Pezão.

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Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi.Os últimos escândalos que envolvem Berlusconi são os alvos da insurreição das mulheres na Itália

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Tiro no pé : o assunto ainda é Daniel Dantas

Tiro no pé


Erros da Polícia Federal prejudicam investigações


por Rodrigo Haidar




Os delegados federais Protógenes Queiroz e Karina Murakami Souza anunciaram o afastamento do comando da Operação Satiagraha nesta terça-feira (15/7). De acordo com a explicação oficial, não houve pressão para o afastamento e ele não foi causado por erros no inquérito ou críticas à condução da operação.


A vida dos investigadores e delegados da Polícia Federal não é fácil. A operação do momento exemplifica bem como é complicado combater o crime quando faltam elementos materiais e humanos para fazer frente à tarefa.


Na terça-feira passada (8/7), quando foi deflagrada a operação, agentes federais erraram o endereço de Daniel Dantas, o principal investigado. Bateram na casa do ex-banqueiro Luiz Cezar Fernandes, ex-sócio do Pactual, como registrou Lauro Jardim, colunista da revista Veja.


Na mesma hora, policiais em São Paulo confundiram o dentista Fábio Bibancos com Marco Matalon, apontado no inquérito como doleiro. Os investigadores invadiram a clínica do dentista e o prédio onde ele mantém duas ONGs. Renderam-no aos gritos e levaram consigo computadores, latops e agendas. O dentista foi agredido. Os endereços errados constavam nos mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.


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