Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tem novo presidente. É o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, sucessor do desembargador Luiz Zveiter na administração do Judiciário estadual no biênio 2011/2012. Ele tomou posse nesta sexta-feira, dia 4, defendendo a união entre os poderes da República para combater o crime, a corrupção e a injustiça.

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

A sessão solene de posse foi realizada no plenário do TJ do Rio e contou com a presença do ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), do governador Sergio Cabral, do vice-governador Luiz Fernando Pezão.

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Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi.Os últimos escândalos que envolvem Berlusconi são os alvos da insurreição das mulheres na Itália

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Carmen Aristegui, jornalista mexicana, qualifica sua despedida de ato “próprio das ditaduras”


A conhecida jornalista mexicana Carmen Aristegui criticou as circunstâncias em que perdeu seu trabalho na rede MVS logo depois de comentar versões acerca de supostos problemas de alcoolismo do presidente do México, Felipe Calderón.
Em uma entrevista coletiva de imprensa, Aristegui disse que logo que seus comentários foram transmitidos na MVS, se “exigiu a leitura de uma carta obviamente não redigida por mim”.
“Se exigiu aos donos da MVS una desculpa pública e imediata dando mostras da irritabilidade da Presidência”, continuou.
“a pergunta é como puderam elevar ao nível de exigência desde  (o palácio presidencial de) Los Pinos, quase uma humilhação”, aduziu.
Ao negar-se Aristegui a oferecer as desculpas, a jornalista sofreu  o cancelamento de seu contrato com a MVS.
Carmen Aristegui se manteve firme em sua posição, assegurando que a pergunta que faz (pedindo esclarecimentos oficiais acerca do suposto problema de alcoolismo de Calderón) foi um comentário editorial baseado em um fato noticioso.
A comunicadora qualificou sua despedida como “um ato autoritário e desmedido, próprio das ditaduras”, porém afirmou que voltará  à MVS  quando a rede MVS retire o comunicado que põe em dúvida sua ética jornalística. (BBC-Mundo)