Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tem novo presidente. É o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, sucessor do desembargador Luiz Zveiter na administração do Judiciário estadual no biênio 2011/2012. Ele tomou posse nesta sexta-feira, dia 4, defendendo a união entre os poderes da República para combater o crime, a corrupção e a injustiça.
Segredo de Justiça: até onde pode ir?
A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.
Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça
A sessão solene de posse foi realizada no plenário do TJ do Rio e contou com a presença do ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), do governador Sergio Cabral, do vice-governador Luiz Fernando Pezão.
Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi
Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi.Os últimos escândalos que envolvem Berlusconi são os alvos da insurreição das mulheres na Itália
Segredo de Justiça: até onde pode ir?
A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Vídeo do voto do ministro Luiz Fux que desempatou o julgamento da “Lei da Ficha Limpa”
sábado, 12 de março de 2011
Resumo dos jornais de 12 de março de 2011
Um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, seguido de uma tsunami que varreu vasta área da costa nordeste, pôs o Japão sob risco de um vazamento nuclear. Milhares de pessoas foram retiradas da área ao redor da Usina Fukushima Dallchi, uma das duas colocadas em estado de emergência. No portão principal da usina, o nível de radiação era oito vezes acima do normal; na sala de operação de um dos reatores, o índice subiu mil vezes. O Japão conta mortos - a expectativa é de pelo menos mil - e procura desaparecidos no que já é considerado o maior terremoto de sua história, com potência equivalente a 15 mil bombas atômicas. O mundo assistiu atônito a cenas impressionantes da tragédia, com ondas gigantes de até dez metros invadindo a área rural, engolindo navios, árvores, prédios, ruas e viadutos como se fossem brinquedos. Houve alerta de tsunami em mais de 20 países banhados pelo Oceano Pacífico. O fechamento de aeroportos, rodovias e ferrovias paralisou o Japão e a sua sempre conectada capital Tóquio. O efeito nos mercados veio rápido. As bolsas caíram na Ásia e na Europa. Segundo analistas, o desastre deve derrubar preços de produtos básicos importados pelo Japão e atingir a produção de bens de alta tecnologia e o setor de seguros, que arcaria com pelo menos US$ 50 bi em pagamentos. (Págs. 1, 19 e 27 a 31, Míriam Leitão, Cora Rónai e editorial "Japão ensina o que é Defesa Civil" )
O Japão sofreu o maior terremoto de sua história. Com magnitude de 8,9, foi o mais intenso tremor no mundo desde o tsunami que matou 200 mil na Indonésia, em 2004. O sismo principal, às 14h46 (hora local), foi seguido de 70 tremores.
Ondas de até 12 m arrasaram o nordeste da ilha, mas o preparo do país para lidar com tremores ajudou a reduzir o número potencial de vitimas fatais. Até a noite, o governo japonês confirmava oficialmente 185 mortes e mais de 700 desaparecidos.
Nada indica que essa tragédia supere a de Kobe, que matou mais de 6.000, mas o risco nuclear preocupa. A população foi retirada das proximidades de duas usinas atômicas em Fukushima pelo receio de vazamento de material radioativo.
Em Tóquio, os transportes pararam e 4,5 milhões de pessoas ficaram sem luz.
Não havia relato de vítimas do Brasil. Na área atingida, vivem 800 dos 254 mil brasileiros do país. (Págs. 1 e Mundo, 2)
Segundo Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), o teto de contribuição seguirá em 27,5%.
As centrais não conseguiram na reunião o reajuste de 6,47% na tabela. (Págs. 1 e Poder A7)
No campo diplomático, porém, houve avanços. A UE deixou de considerar Muammar Gaddafi como líder líbio e pediu que ele deixe o poder imediatamente.
Em uma semana, os rebeldes tiveram de retroceder 200 km, relata Marcelo Ninio. (Págs. 1 e Mundo, 6 e 7)
Um tsunami provocado pelo maior terremoto da história do Japão, de 8,9 graus na escala Richter, varreu ontem a costa nordeste do país. Ondas de até dez metros arrastaram carros, barcos, aviões e edifícios, deixando um número ainda desconhecido de mortos - até o fechamento desta edição, eram 384. O governo emitiu alerta de “emergência nuclear" e retirou milhares de habitantes da região da usina atômica de Fukushima, uma das maiores do mundo, relata Claudia Trevisan, correspondente em Pequim. O tremor foi sentido em 12,1 mil km ao longo da costa, mas o lugar mais castigado foi acidade de Sendai, de 1 milhão de habitantes. Choques secundários continuavam a ocorrer em Tóquio. (Págs. 1 e Internacional A19 a A27)
Dimensão: Sismo equivale a 27 mil bombas atômicas
O terremoto de ontem liberou energia equivalente a 27 mil bombas atômicas. A posição do eixo de rotação da Terra foi alterada em cerca de dez centímetros. (Págs. 1 e Internacional A24 e A25)
Impacto econômico
Crise Poe em xeque a reconstrução. (Págs. 1 e A26 )
Análise: Norimitsu Onishi
Normas técnicas da construção civil salvaram vidas. (Págs. 1 e A27)
O real valorizado estimula as importações. (Págs. 1 e A3)
O Japão enfrenta desde ontem o que se pode chamar de apocalipse. O terremoto mais violento registrado no país atingiu uma magnitude de 8,9 na escala Richter e causou prejuízos ainda incalculáveis. A contagem oficial indica 436 mortos e 725 desaparecidos, mas o número de vítimas deve aumentar muito. Mais devastador do que o abalo sísmico, o tsunami com ondas de até 10 metros destruiu grandes áreas urbanas como em Sendai (foto acima), invadiu aeroportos e formou enormes redemoinhos na costa. A catástrofe também atingiu seriamente regiões industriais, com incêndio em refinarias. País mais preparado do mundo na prevenção contra desastres naturais, o Japão corre perigo de proporções atômicas. Após identificar um alto nível de radiação - mil vezes acima do tolerado - na usina de Fukushima, o governo decretou estado de emergência nuclear. As autoridades determinaram a retirada de moradores em um raio de 10km do local onde há vazamento radioativo. Os Estados Unidos foram os primeiros a anunciar apoio ao Japão, com o envio de um porta-aviões para auxiliar nas buscas das vítimas. A ONU também organiza equipes de resgate. (Pág.1, Caderno Especial e Visão do Correio e Pág. 14)
O abalo é o mais forte já registrado no Japão e o sétimo maior da história. Atingiu principalmente a região Nordeste do país. O epicentro foi no mar, a 130 quilômetros da cidade de Sendai, na província de Miyagi, onde pessoas se refugiaram no alto de prédios para escapar das ondas gigantes. O número de mortos deve passar de mil. Cientistas acreditam que o tremor tenha mudado o eixo de rotação da Terra em até 25 centímetros. (Págs. 1, 15 a 20 e o Editorial “ Tsunami de avisos ”, 8)
Usina nuclear aciona alerta. (Págs. 1, 4, 5, 8, 10, 12, 13, 14, 15, Editorial,18 e Mercado, 20)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Resumo dos jornais de 26 de fevereiro de 2011
Forças leais ao ditador Muamar Kadafi abriram fogo contra manifestantes em vários bairros de Trípoli, um dos últimos bastiões do governo, mas moradores relataram que áreas da capital já estão em mãos dos rebeldes. Em discurso, Kadafi mostrou-se disposto a armar a população para resistir ao avanço dos opositores, prometendo transformar a Líbia numa “labareda vermelha”. Seu filho, no entanto, deixou aberta a porta para negociar com rebeldes. Numa ofensiva para deter a ação de Kadafi, os EUA suspenderam as relações com a Líbia, fechando a embaixada no país, e anunciaram que adotarão sanções unilaterais. O Conselho de Segurança da ONU não descarta a intervenção militar. (págs. 1, 34 a 37, Cacá Diegues, pág. 6 e Míriam Leitão, pág. 28)
O horror na cidade livre
Em Benghazi, segunda maior cidade da Líbia, já sob controle rebelde, moradores sentiram na pele as atrocidades cometidas pelo regime ao tentar salvar vítimas enterradas vivas pelos aliados de Kadafi. relata Deborah Berlinck. Os últimos brasileiros embarcaram em navio para deixar o país. (págs. 1 e 35)
Enquanto isso, no blog do Zé...
O ex-chefe da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu acusou, em seu blog, a imprensa e os EUA de manobrarem a crise na Líbia para respaldar uma hipotética invasão do país pelos americanos. (págs. 1 e 36)
A Petrobras anunciou ontem lucro líquido de R$ 35 bilhões. Horas antes, a Vale anunciara ganho de R$ 30 bilhões só em 2010, o triplo do ano anterior. Nos últimos dias, vários bancos divulgaram lucros também recordes, impulsionados pela inflação em baixa, juros altos e crédito em expansão. Os resultados positivos das empresas e instituições financeiras do ano passado fecham um ciclo de recordes em balanços na Era Lula. As duas maiores empresas do país e os grandes bancos nunca embolsaram tanto na história. (págs. 1, 27, 28 e 31)
O governo norte-americano se adiantou à ONU e anunciou a suspensão das atividades de sua embaixada em Trípoli e a adoção de sanções unilaterais contra o país de Muammar Gaddafi.
Os EUA não deram detalhes, mas as medidas devem incluir o embargo à venda de armas e o congelamento de bens de autoridades líbias no exterior. Sanções semelhantes serão praticadas pela União Europeia. (págs. 1 e Mundo)
Foto-legenda: Oriente Médio em ebulição
Manifestantes anti-Gaddafi mostram munição confiscada de soldados líbios em Benghazi.
No complexo ocorreram alguns dos confrontos mais violentos, e ninguém conta em menos de 500 os mortos. (pág. 1 e Mundo, pág. A16)
O ditador da Líbia, Muamar Kadafi, prometeu ontem que vai “esmagar qualquer inimigo”, em meio ao avanço de rebeldes em Trípoli. Testemunhas disseram que forças leais a Kadafi abriram fogo contra manifestantes na capital. A violência da reação do ditador levou a comunidade internacional a se mobilizar. Os EUA anunciaram sanções unilaterais e a suspensão das relações diplomáticas com a Líbia. O Conselho de Segurança da ONU começou a tratar de punições - países árabes e da África pediram que elas sejam “severas”, O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cobrou “ações concretas” do conselho e disse que é preciso impedir um massacre. A ONU já documentou as atrocidades cometidas pelo regime líbio na atual campanha. Os dados podem ser usados em julgamento por crimes contra a humanidade. (págs. 1 e Internacional A12 e A19)
Oposição diz dominar campos de petróleo
Em Benghazi, os rebeldes disseram que os contratos com petrolíferas estrangeiras serão cumpridos - se forem “legais”. (págs. 1 e Internacional, A18)
Cenário: Robert Fisk
Trípoli desmorona
O pânico que se apoderou do que resta da Líbia de Kadafi fica evidente no aeroporto, onde conseguir uma passagem é uma façanha. (pág. 1 e Internacional, pág. A12)
Em oito horas, entre quinta e sexta-feira, choveram 30mm, quantidade pouco menor que o acumulado em 24 dias de fevereiro. Pelas principais vias, como na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (E), os motoristas enfrentaram congestionamentos. A pista molhada provocou acidentes, como o da QI 17 do Lago Sul (C), que deixou um ferido. No Riacho Fundo (D) e em várias cidades houve excesso de água nas ruas, dificultando o tráfego. (Págs. 1, 29 e 30)
Entenda o caso
1. Quatro PMs são acusados de executar dois inocentes no Aglomerado da Serra, na madrugada do sábado, dia 19.
2. Na quarta-feira, 23, a Justiça Militar determinou a prisão dos policiais.
3. O cabo que comandava a operação na Serra foi encontrado morto, por enforcamento, em cela do 1º Batalhão.
Resultado, influenciado pelo câmbio, é o maior já obtido por uma empresa no Brasil. (Págs. 1 e 16)
Morador de Rio Pardo ganha a garantia de que ex-companheiro mantenha distância. (Págs. 1 e 30)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Resumo dos jornais de 25 de fevereiro de 2011
Importantes campos de petróleo no Sul e no Leste da Líbia estão em mãos de opositores, constatam jornalistas que já começam a entrar no país em guerra civil. O controle dos poços compromete a exportação de gás e petróleo. Com seu território cada vez mais reduzido, o ditador Muamar Kadafi enviou milhares de soldados e mercenários num contra-ataque às rebeliões em cidades próximas à capital, Trípoli. E voltou a falar na TV, mas desta vez só por áudio. Ele ameaçou cortar o envio de petróleo se os protestos não pararem e a1ertou que os opositores estão influenciados pela al Qaeda, de Osama bin Laden. Na corrida diplomática para frear Kadafi, a Suíça se apressou a congelar bens do ditador. Segundo o Itamaraty, todos os brasileiros que estavam em Trípoli já deixaram o país. Os que estão em Benghazi, onde milhares de pessoas se aglomeram no porto, devem embarcar hoje. Os conflitos fizeram o preço do petróleo encostar em US$ 120 ontem. Mas a cotação perdeu força após a Arábia Saudita prometer aumentar a produção de óleo para compensar a quebra na Líbia. (págs. 1, 34 e 38 a 41, Nicolas D. Kristof, pág. 6, Luiz García, pág. 7 e Míriam Leitão, pág. 30)
Na terra de ninguém
Já sob o controle dos rebeldes, a cidade de Tobruk, no Leste, perto da fronteira do Egito com a Líbia, é terra de ninguém. Aqui, Muamar Kadafi é proclamado um homem morto, relata Deborah Berlinck, enviada do GLOBO ao país que trava uma guerra civil para derrubar o ditador há 42 anos no poder. O centro de Tobruk parece uma pequena versão da Praça Tahrir, o principal símbolo da derrubada do ditador egípcio Hosni Mubarak, há duas semanas. Jovens líbios armados, hoje no comando da cidade, estão de prontidão, com bandeiras e cartazes, esperando a revolução chegar a Trípoli. Tudo que se refere ao regime líbio - o posto de polícia, as fotos de Kadafi e o seu famoso Livro Verde - foi destruído. (págs. 1 e 38)
O governo discute a adoção de idade mínima para a aposentadoria integral dos trabalhadores do setor privado, informam Natuza Nery e Gustavo Patu.
A proposta mais forte é de 65 anos para homens e de 60 para mulheres no caso dos segurados do INSS. A mudança valeria só para quem ainda não ingressou no mercado de trabalho. (págs. 1 e Poder, pág. A4)
Análise: Para Marcus Orione, professor de direito da USP, a extinção do fator é necessária. (pág. 1 e Poder, pág. A6)
A Líbia é o 11º maior exportador mundial da commodity, respondendo por 1,5% do comércio global. (pág. 1 e Mundo, pág. A16)
Mercado
Planalto prepara ações para proteger área exportadora. (págs. 1 e B1)
Malta recebe voo com os últimos brasileiros à deixar Trípoli. (pág. 1 e Mundo, pág. A19)
Análise: Fábio Zanini
Possibilidade de haver vácuo de poder é o que mais preocupa. (pág. 1 e Mundo, pág. A18)
Os rebeldes líbios que lutam para derrubar Muamar Kadafi tomaram duas cidades ao oeste de Trípoli, região estratégica para manter o ditador no poder. Mercenários a serviço de Kadafi atacaram nas proximidades da capital e teriam matado pelo menos 90 pessoas, segundo testemunhas. Estrangeiros que já deixaram a Líbia relatam que as forças de Kadafi já fizeram mais de 2 mil vítimas. Em quatro dias, pelo menos 30 mil pessoas escaparam pelas fronteiras terrestres da Líbia. As empresas brasileiras que têm negócios no país retiraram ontem, em segurança, parte dos funcionários. (pág. 1 e Internacional, págs. A10 e A18 a A20)
Europa prevê queda
A Europa já trata Muamar Kadafi como passado. A Suíça bloqueou suas contas, e França e Reino Unido ameaçam levar o ditador aos tribunais. “Espero, de todo coração, que Kadafi esteja vivendo seus últimos momentos como chefe de Estado”, disse um ministro francês. (pág. 1 e Internacional, pág. A18)
Exportadores acreditam que a atual turbulência na região não trará grandes danos às vendas brasileiras. Após 18 dias de caos político, que colocaram em compasso de espera importações do Brasil, a situação no Egito normalizou-se rapidamente. Correm maior risco as empresas que têm bases e projetos nesses países, como as construtoras, cujos principais clientes são os governos locais. (págs. 1 e A12)
O Itaú Unibanco foi quem apresentou o maior crescimento das despesas administrativas, com aumento de 21,1%, para R$ 14,03 bilhões. Em 2011, o banco vai abrir 150 agências e reformar outras 600. Já a dianteira nas despesas com pessoal coube ao Bradesco - aumento de 16,8%, para R$ 9,3 bilhões. Depois de contratar 7,5 mil funcionários, o banco vai admitir pelo menos 1,7 mil pessoas neste ano e abrir mais 183 agências. "Reafirmamos nossa vocação de ser banco de dispersão geográfica", diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente. (págs. 1 e C1)
Em 2010, as vendas de comerciais leves e caminhões aumentaram 28,1% e 43,5%, respectivamente, muito acima dos 6,9% dos carros de passeio. "Todos estão olhando para cá e querem uma fatia do mercado", diz o diretor da ArvinMeritor na América do Sul, Silvio Nogueira de Barros. Enquanto a empresa ingressou no mercado nacional de cardans - peças que fazem parte do sistema de transmissão - com a inauguração de mais uma fábrica em Osasco (SP), a Dana, líder do segmento, fechou parceria com a Sifco para ampliar sua presença no segmento de eixos. (págs. 1 e B12)
Dezenove empresas de pequeno porte foram vendidas, engordando o caixa em US$ 43 milhões. Só no Brasil, foram quatro aquisições em 23 anos - Publicar, controladora das Páginas Amarelas, Caderbrás, fabricante de cadernos, a agência de publicidade Yell e a editora Lund. O Brasil tem peso importante no desempenho do grupo e responde pela maior parcela da receita entre os 17 países onde atua. Agora, a intenção é comprar mais uma empresa por aqui, do setor de embalagens, adianta Obregón. (págs. 1 e B6)
Já o BC alcançou seu objetivo de esfriar a demanda por crédito com medidas tomadas em dezembro. Elas fizeram recuar em 27,2% a média diária de financiamentos para a compra de veículos em janeiro e em 1,7% a do crédito pessoal. A queda no crédito não foi maior porque parte da demanda migrou para linhas mais caras, como as dos cartões de crédito e cheques especiais. (págs. 1 e C14)
Guilherme Vilazante, analista do Barclays Capital, é um dos especialistas que acreditam na tendência de estabilidade dos preços a partir de agora. "Em 2009 e 2010 a velocidade de vendas estava distorcida para cima". (págs. 1, B1 e B10)
O desconhecido morreu no hospital onde foi deixado cheio de ferimentos pelos PMs. O cadáver está no IML, identificado apenas pelo número 134. Os militares alegam que ele foi atropelado durante um surto psicótico e, em seguida, entrou num motel no Centro, onde foi capturado. Testemunhas dizem que ele chegou em fuga ao local, com sacola de dinheiro, e que os militares invadiram o motel para pegá-lo. Câmeras mostraram que o homem saiu de lá algemado e sem ferimentos aparentes. No caso da Serra, laudo da perícia revelou que as duas vítimas foram mortas com tiros à queima-roupa, dados de cima para baixo. (págs. 1, 21 a 23 e Editorial Purificação Necessária, pág. 6)
Avanço dos rebeldes isola Kadafi em Trípoli.
Como foi o resgate dos brasileiros.
Foto-legenda: Com o objetivo de deixar a Líbia para fugir dos confrontos, multidão desesperada congestiona o aeroporto da capital, Trípoli. (págs. 1, 4, 5, 10 e 12)
Analistas apontam impacto do mínimo de R$ 610, a ser aprovado pela Assembleia. (págs. 1 e 14)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Resumo dos Jornais de hoje, 24/02/2011
Praticamente metade da produção de petróleo na Líbia foi suspensa ontem diante do agravamento dos conflitos no país. Até agora, nove petrolíferas, entre elas Shell, BP, a italiana Eni, a francesa Total e a espanhola Repsol, interromperam suas operações. Com a crise, o barril do petróleo em Londres ultrapassou os US$ 111, com alta de 5,6%, Em Nova York, subiu 2,8%, atingindo o maior patamar desde setembro de 2008, quando estourou a crise financeira mundial. A alta do petróleo provocou forte valorização das ações da Petrobras, de até 4,66%. O papel foi muito procurado por investidores estrangeiros, inclusive da China. (Págs. 1, 25 e 26, editorial “O alerta que vem do petróleo”, Miriam Leitão, Verissimo e Thomas Friedman)
Kadafi e rebeldes em batalha pelo Oeste
Com grandes áreas do Leste do país fora de seu controle, o ditador Muamar Kadafi trava uma batalha desesperada para manter o comando do Oeste. Duas cidades próximas da capital, Trípoli, já estariam sob controle dos rebeldes. (Págs. 1, 35 e 38)
Empreiteiras começam a retirar brasileiros do país (Págs. 1 e 36)
Rei saudita gasta U$ 30 bi em benesses para evitar revolta (Págs. 1 e 38)
Analistas preveem guerra civil após queda de Kadafi (págs. 1 e 37)
Foto-legenda: Pérola recuperada
Presos políticos libertados pelo rei do Bahrein acenam para multidão de manifestantes na mesma Praça da Pérola que, há uma semana, fora ocupada por tanques do Exército. (Págs. 1 e 38)
Forças antigoverno fecharam o cerco contra Muammar Gaddafi. Além do leste da Líbia, já tomado, opositores dizem ter dominado cidades do oeste, como Misratah (a terceira maior do país), outras duas no golfo de Sirt e localidades a 50 km de Tripoli.
Difusa, a oposição a Gaddafi atrai da classe média líbia a dissidentes de tribos. Entre as reivindicações, estão uma assembleia nacional para definir o governo interino e uma Constituição. (pág. 1 e Mundo)
Rede de TV chavista diz que há ‘festa’ nas ruas de Trípoli. (pág. 1 e Mundo, pág. A21)
Gaddafi ordenou em pessoa ataque de 88, diz ex-aliado. (pág. 1 e Mundo, pág. A18)
Um nome perdido nas traduções
Transliteração do árabe para o alfabeto gera 112 formas de escrever o nome do ditador líbio. (pág. 1)
Foto-legenda: Em Benghazi (Líbia), turcos aguardam embarque; país já repatriou 429 pessoas por ali. (pág. 1)
A união não foi concluída porque a espanhola Iberdrola, acionista da Neonergia, resiste em aceitar que a empreiteira comande a nova operação. (pág. 1 e Mercado, págs. B1 e B3)
A articulação foi fechada com o governador Eduardo Campos (PSB-PE). Também sairá do DEM o vice de Geraldo Alckmin, Guilherme Afif Domingos. (pág. 1 e Poder, pág. A4)
O índice mais usado para balizar o valor de aluguéis dos contratos em andamento aumentou 11,5% no mesmo período. (pág. 1 e Mercado, pág. B12)
Profissionais de saúde se recusaram a oferecer alívio à dor ou foram grosseiros com as mães. (pág. 1 e Cotidiano, pág. C1)
A debandada é consequência direta de disputa entre Globo e Record pelos direitos de TV. (pág. 1 e Esporte, pág. D2)
Juca Kfouri: Os que saíram não querem mudanças e preferem a Globo
Bem na hora em que o Clube dos 13 trabalhava direito, é sabotado. Nem o Corinthians quer lisura do C13 nem o Flamengo saiu por causa do São Paulo e da Taça das Bolinhas. (pág. 1 e Esporte, pág. D3)
Rodrigo Bueno: Já sei do que preciso para me candidatar à CBF em 2015 (pág. 1 e Esporte, pág. D11)
O regime sustentado pelo coronel Muamar Kadafi ao longo dos últimos 42 anos na Líbia está desmoronando. Ontem, parte das Forças Armadas se juntou aos insurgentes em grandes cidades do leste do país. Militares e mercenários estariam concentrados em um raio de 40 km de Trípoli, onde tentam garantir a sobrevida da ditadura. Entidades de direitos humanos dizem que os mortos já chegaram a 640. A ferocidade da reação de Kadafi aos opositores fez a comunidade internacional se mobilizar para isolar a Líbia. Ontem, a Europa estabeleceu sanções econômicas, e os EUA caminhavam para fazer o mesmo. A Liga Árabe afastou Kadafi de suas reuniões. (Págs. 1 e Internacional A12 a A16)
Muamar Kadafi jamais confiou no Exército. Por isso, o ditador manteve enfraquecidos os militares para evitar qualquer desafio. Ele armou “comitês revolucionários” que são seu último reduto de apoio e devem lutar por ele se o Exército decidir se voltar contra o governo. (Págs. 1 e Internacional A14)
Pura garantir o crescimento e evitar gargalos que possam surgir com o aumento da demanda, em especial da China, como já ocorreu no passado, a Vale iniciou obras de duplicação da Estrada de Ferro de Carajás, de 892 quilômetros, que leva o minério das minas no Pará até o terminal marítimo de Ponta da Madeira, que a empresa tem em São Luís (MA), onde as obras para construção de um quarto píer estão bastante adiantadas. (págs. 1 e B8)
Avalia-se, em Brasília, que o BC não conseguirá trazer a inflação em 2011 para o centro da meta oficial, de 4,5%. O objetivo é evitar que o IPCA fique acima de 6,5%, limite máximo do intervalo de tolerância do regime de metas, o que caia abaixo de 5,5% ou 5% em 2012. O plano é chegar a dezembro com os agentes econômicos acreditando que, no próximo ano, a inflação cederá a níveis próximos da meta. O IPCA, segundo estimativa média captada pelo Boletim Focus, chegará a 5,79% em 2011 e 4,78% em 2012. (págs. 1, C2 e C3)
Há três anos do Mundial, a Infraero busca caminhos para alavancar os ínvestimentos. A estatal confirma os prazos de entrega das obras e afirma que ainda é possível ter os aeroportos prontos até 2013, apesar dos atrasos em relação ao cronograma original. (págs. 1 e A4)
Polícia Civil também investiga o caso.
Mais testemunhas depõem e negam a versão dos policiais de que foram recebidos a bala.
Sete armas de agentes do Rotam que agiram no morro são recolhidas.
Segundo promotores, perícia reforça suspeita de os tiros terem sido dados de cima para baixo. (págs. 1 e 29 a 31)
Empresário na cadeia
Polícia prende dono de concessionária de motocicletas de Belo Horizonte, acusado de assassinar a mulher em 2009. (págs. 1 e 32)
Juiz polêmico de volta
Magistrado de Sete Lagoas afastado por chamar Lei Maria da Penha de monstrengo é reconduzido pelo Supremo Tribunal Federal. (págs. 1 e 34)
Operação Carnaval
Seis mil policiais, fiscais do DER e bombeiros estarão de olho nas estradas federais e estaduais em Minas durante o feriadão. (págs. 1 e 33)
Senado aprova piso nacional de R$ 545.












