Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tem novo presidente. É o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, sucessor do desembargador Luiz Zveiter na administração do Judiciário estadual no biênio 2011/2012. Ele tomou posse nesta sexta-feira, dia 4, defendendo a união entre os poderes da República para combater o crime, a corrupção e a injustiça.

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

Rio: Novo presidente do Tribunal de Justiça defende a união no combate ao crime e à injustiça

A sessão solene de posse foi realizada no plenário do TJ do Rio e contou com a presença do ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), do governador Sergio Cabral, do vice-governador Luiz Fernando Pezão.

Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi

Um milhão de mulheres foram às ruas pedir a renúncia de Berlusconi.Os últimos escândalos que envolvem Berlusconi são os alvos da insurreição das mulheres na Itália

Segredo de Justiça: até onde pode ir?

A publicidade dos atos processuais é mais do que uma regra, é uma garantia importante para o cidadão, na medida em que permite o controle dos atos judiciais por qualquer indivíduo integrante da sociedade. Ela está prevista na Constituição Federal, em seu artigo 5º, dedicado às garantias individuais, e também tem previsão legal no Código de Processo Civil (CPC), nos artigos 144 e 444.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

If I Die Tomorrow (militay music video)

If I Die Tomorrow (militay music video)



Recorde histórico : Lula 64% ótimo

Aprovação ao presidente Lula bate recorde histórico, aponta pesquisa

Datafolha revela que 64% da população considera governo ótimo ou bom. Lula tem apoio inédito entre os segmentos dos mais ricos e dos escolarizados, informa a Folha.





2º mandato |datafolha



Nossa opinião: Eu nunca me cansei de afirmar, podem ficar com raiva, Lula é o melhor presidente da História do Brasil. Dá de 20 a zero em JK (Deus o tenha em bom lugar).

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Arthur Virgílio se irrita com Paulo Lacerda


O senador Arthur Virgílio, irritado, disse, hoje, a Paulo Lacerda, ex-diretor da Abin, que prestava depoimento :


"Eu não sou seu preso, não. Estou aqui como parlamentar. Então, o ministro Jobim mentiu? Não me trate como se eu estivesse pendurado em algum pau de arara, porque não estou."


Lacerda pediu desculpas a Virgílio : "Compreendo a sua indignação, mas gostaria que Vossa Excelência compreendesse a minha. Depois de 62 anos de vida sem nenhuma mácula, ser acusado de grampo clandestino em poderes da República, isso me deixa profundamente indignado"

domingo, 7 de setembro de 2008

Caymmi e Chico Buarque (Maricotinha)

sábado, 6 de setembro de 2008

Grampos : Reação imediata evitou crise

Está na Veja que circula neste final de semana



Brasil



 

Espionagem
Reação contra o grampo evitou crise institucional
06 de Setembro de 2008

A ação rápida e convincente do governo conseguiu evitar que o episódio dos grampos a altas autoridades federais se transformasse numa crise entre os poderes ao longo dos últimos dias. Na semana passada, reportagem de VEJA mostrou que o descontrole chegou ao extremo de agentes a serviço da Agência Brasileira de Inteligência terem interceptado ilegalmente uma conversa telefônica entre o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, e o senador Demóstenes Torres, um dos líderes oposicionistas no Congresso. Nesta semana, VEJA conta como foi a reação institucional contra o aparato que viola a privacidade dos cidadãos – tão forte quanto a revelação do problema.

De imediato, o presidente Lula afastou o diretor da Abin, Paulo Lacerda, e toda a cúpula do órgão. Também mandou instaurar sindicância para apurar o envolvimento de servidores da agência estatal na instalação de escutas e na obtenção e manuseio de informações através da captação de diálogos telefônicos sem autorização judicial. O presidente ainda determinou ao Ministro da Justiça que acionasse a Polícia Federal para investigar o caso e encaminhasse ao Congresso um projeto de lei estabelecendo punições severas aos espiões que atuam à margem da lei.

A ofensiva contra os subterrâneos da espionagem oficial só começou depois que o presidente percebeu a iminência da crise. Na segunda-feira, o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, foi ao Palácio do Planalto acompanhado de dois colegas da corte cobrar uma ação concreta e imediata do governo contra o ataque dos espiões oficiais. A reunião teve a participação dos ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Tarso Genro, da Justiça.

Rede nacional – Depois do encontro, Lula conversou longamente com Jobim. Ex-presidente do STF e ex-deputado, o ministro alertou o presidente sobre o risco de uma crise institucional. Se Lula não tomasse uma atitude rapidamente, alertou Jobim, compraria uma briga com o Judiciário e com o Legislativo que teria resultados imprevisíveis. Jobim tinha razão. Os ministros do STF pensavam até em convocar cadeia nacional de rádio e televisão para denunciar a perseguição patrocinada por agentes do estado contra o Judiciário e o Congresso.  Permaneceriam reunidos em sessão secreta até que alguma medida fosse anunciada “Nesse momento, o presidente percebeu que a coisa era muito grave”, disse a VEJA um ministro com gabinete no Palácio do Planalto.

A decisão de afastar todo o comando da Abin, porém, só foi anunciada depois que Jobim mostrou ao presidente documentos que provariam que a agência possuía aparelhos capazes de fazer escutas telefônicas e ambientais – informação que havia sido negada pelo general Jorge Félix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. Entenda como o governo impediu a crise na íntegra da reportagem que VEJA publica nesta semana sobre o assunto (exclusiva para assinantes).

 

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 Em VEJA de 3/9/2008 | A prova de que Gilmar Mendes foi grampeado